quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Como fazer amigos e influenciar pessoas – Dale Carnigie


Bom dia! :)

Terminei de ler esse livro ontem e apesar de uma resistência para lê-lo, isso por preconceito bobo meu mesmo e também porque pesquisando sobre ele, algumas pessoas falam que suas lições são um tanto quanto direcionadas a, tipo, “manipulação das pessoas” e tal... Enfim, independente disso e considerando também que vi muitos outros comentários positivos, eu já tinha esse livro em mente e queria ler já fazia algum tempo, então resolvi ler para tirar minhas próprias conclusões. 

O livro é bem interessante! Melhor do que eu imaginava a principio. 
Ele foi escrito a mais de 80 anos atrás, tem uma linguagem de fácil compreensão, traz inúmeros exemplos de pessoas famosas da época em que foi escrito, então durante a leitura você terá, às vezes, que corre pesquisar para entender melhor sobre a pessoa que o autor está trazendo como exemplo. 
As lições são importantíssimas e podem contribuir muito para que você tenha êxito na vida pessoa e principalmente na vida profissional, independente da área em que você atua. Saber lidas com os serem humanos, entender sua forma de pensar e (de certo modo) “usar” isso a seu favor é superimportante e pode fazer toda a diferença na sua vida profissional, como nos exemplos que ele traz ao longo do livro. 
Vale muito à pena a sua leitura. 
Lembrando que o autor aconselha fortemente o emprego das lições do livro em nosso cotidiano. Trata-se (ao meu ver) de um estilo de vida, a partir do momento que você incorpora suas lições tudo começa a funcionar e fluir de uma forma muito mais leve. Enfim, trata-se de um livro para ser posto em prática e também se faz necessária a buscar constantemente de avaliar seus resultados. Ele traz um cuidado com as pessoas a muito esquecido, por isso eu falo que se trata de um estilo de vida a ser incorporado. 
O livro nos faz compreender a importância do respeito ao próximo, de saber ouvir, de prestar atenção nas pequenas coisas, quando a pessoa fala contigo, de valorizar as conquistas dos outros e não só as suas, de se colocar no lugar do outro e não apenas julgar o outro mediante os seus princípios éticos e morais. É muito fácil apontar o dedo para as pessoas e criticar, mas você já experimentou elogiar as pessoas? Você já pensou como esse simples ato pode mudar a trajetória de uma pessoa? Pois é! O ser humano parece que gosta de fazer a outra pessoa se sentir mau quando crítica sem dosar suas palavras, sem se colocar no lugar do outro. 
A verdade é que é de fundamental importância saber lidar com as pessoas, ter tato na hora de falar, de criticar, de chamar a atenção de alguém. Ninguém gosta de ser repreendido, isso causa ressentimento e mágoa... E será que isso realmente é necessário? Pense bem... Talvez a pessoa que errou, errou por falta de compreensão do que deveria fazer, ou por desleixo mesmo... independente do que leva a falha tenha tato na hora de abordar essa pessoa, assim como você gostaria que tivessem contigo. 
Temos o horrível habito de julgar antes de conhecer, julgar antes de se colocar no lugar do outro, por que fazemos isso? Pois é, o livro traz essa reflexão que eu achei de fundamental importância, ainda mais nos dias de hoje em que as pessoas estão se afastando cada vez mais umas das outras, cada vez mais mexendo sem parar nos seus celulares, ficando no seu mundinho isolado, as pessoas estão cada  cada vez mais narcisistas. Apesar do livro ter sido escrito a mais de 80 anos ele é incrivelmente atual. 
Uma última coisa: é que provavelmente no lugar da outra pessoa, que você tanto critica e julga por falta de conhecimento, tendo você vivencia exatamente o que a pessoa vivenciou, as suas oportunidades, experiência, a vida dela exatamente como se encontra hoje, é muito, mas muuuuuito provável que você agiria exatamente como ela... 

Assim, fica a dica: pare de ser maldoso com as pessoas, reflita antes de tudo, não saia por aí despejando sua raiva, ansiedade e se achando melhor que todo mundo! A vida é muito curta para ficar se estressando tanto e fazendo as pessoas se sentirem mau, não vale a pena! Coloque-se no lugar do outro, pare de agir como um idiota e se possível leia este livro!
Lembre-se que pra tuuuudo existe solução, para qualquer erro, falha, para qualquer coisa... a única coisa que não tem volta é a morte, o resto é tudo passível de mudança, alteração e o principal: solução. 

É isso, gostei muito! 
O livro só me fez perceber de forma mais incisiva que devo tratar as pessoas do mesmo modo como eu gostaria de ser tratada. Se todas as pessoas agissem dessa maneiro o mundo seria um lugar muito melhor.

Aprecie os pequenos momentos, cada dia vivido vale a pena, para saber valorizar os dias bons os ruis precisam necessariamente também existir, se não fosse assim, como você saberia valorizar um dia/momento bom e/ou feliz?

Um abraço!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Tomates Verdes Fritos - Fannie Flagg



Bom dia!
Hoje eu vim falar um pouco desse livro que terminei de ler ontem e que gostei muito!

O livro vai tratar do dia a dia e da história dos moradores de uma cidade.
Os capítulos são entrelaçados a capítulos que narram a história de personagens específicos e da rotina de uma das moradoras, que agora encontra-se em idade avançada. Essa senhora, constrói uma bonita amizade com uma mulher mais jovem, quando ambas fazem visitas regulares a uma casa de repouso.
A história vai e vem, hora na casa de repouso, quando Virgínia Cleo Threadgoode (Ninny), de 86 anos, conversa com Evelyn Couch, hora mostrando a visão da história das pessoas mencionadas por Virgínia.
O livro é cheio de detalhes maravilhosos que tornam a história tocante e emocionante. Trata-se de uma história linda de amizade e reciprocidade. Você consegue sentir a forte relação entre as pessoas, o respeito, os princípios e os valores que perpassam o relacionamento entre eles. Os relatos, que vão e vem na história, no final se cruzam o que leva a um final muito esperado e bonito.
O tema do racismo é bastante tratado, mas ao mesmo tempo ele é amenizado a partir da bondade, amizade e união sempre presente entre os moradores da Parada do Apito.

Enfim, só posso dizer que a leitura vale muito a pena!
A história não é baseada em fatos reais, mas eu, particularmente, acho que muito do que acontece com as personagens no livro, provavelmente foi baseado em algumas situações histórias ocorridas nos EUA. Acho isso porque é historicamente mostrado sobre o racismo que  marcou muito a história americana, relatada em filmes e outros tantos livros.
Tem o filme desse livro, que eu ainda não vi, não sei se é bom ou não, já é bem antigo pelo que pesquisei, estou querendo assistir. 

Bom, é isso, recomendo muito essa leitura!
Tenham um ótimo dia e final de semana!
Sigamos sempre em frente, com otimismo e determinação, o universo sempre responde e coisa boas acontecem! :)

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Retrospectiva 2018


Bom dia!

Venho meio atrasada falar disso, mas não consegui fazer isso antes.
Pois bem, 2018 foi um ano meio mais ou menos para mim. Muitas coisas aconteceram, algumas decepções, frustrações e coisa boas também. Posso dizer que o saldo foi positivo em alguns fatores e bastante negativo em outros. Enfim, depois que você chega a uma certa idade, com isso quero dizer o salto que você dá, no meu caso com 30 anos, mas para algumas pessoas isso acontece antes e para outras depois. Esse processo de “vida adulta” eu quero dizer, saída de casa, quando você passa a ter sua própria vida, se organizar, pagar suas contas e sobreviver sem o aporte de ninguém de modo geral. Esse processo é difícil, mas hoje, depois de quase dois anos de toda essa mudança e “vida adulta” posso dizer que estou totalmente adaptada a isso. Hoje quando saio da minha rotina e vou visitar minha mãe e outros familiares depois de uns dias já sinto falta da minha casa.
Como demora não é mesmo?
Esse processo de adaptação eu acho que foi o mais positivo de todos para mim em 2018. Hoje já não me vejo mais retornado a morar com a minha mãe, mesmo se morássemos na mesma cidade eu gostaria muito de ter meu próprio canto, não por falta de amor ou nada do tipo, mas simplesmente porque agora tenho minhas manias e rotina, o que já não se encaixa mais com a rotina dela. Isso é natural, todo mundo que saí da casa dos pais passa por isso. É algo saldável e esse amadurecimento faz bem para todo mundo. Sou grata por ter por ter podido aproveitar isso por tanto tempo. Fica a dica: fique na casa dos seus pais o máximo de tempo que você puder! Pela minha mãe eu nunca sairia, mas a conquista da independência é algo que não têm preço, só passando mesmo para perceber o quanto isso é satisfatório. Apesar de minha mãe desejar que eu sempre ficasse com ela, ela sabe que quando você tem filhos você deve cria-los para o mundo e não para si mesma. Vejo pais sendo super protetores, com mede de seus filhos caírem, se machucarem, não deixando que eles durmam sozinhos em seus próprios quartos, não tendo pulso firme para dizer não e educa-los. Eu não consigo imaginar como seja educar um filho, acho que é por isso que tenho tanto medo de ter um. Claro que nesse sentido ainda entra o fato de não estar preparada psicologicamente, financeiramente e por simplesmente ainda não querer. Não posso julgar, mas imagino que é um desafio enorme vendo como as coisas estão hoje. Mas, mesmo não tento filhos eu tenho em mente uma coisa: que é melhor você ser duro com eles em casa e educa-los “como se deve” (por assim dizer), do que os mimar e depois eles sofrerem pelo resto da vida com as frustrações do mundo real.
Bom, seguindo: em 2018 consegui ler 8 livros e fiquei bastante feliz com isso.
Decidi que sempre que terminar um vou postar algo sobre ele para compartilhar e quem sabe inspirar alguém a ler ele também.
Na vida profissional sigo trabalhando na empresa do meu marido, por hora me mantenho assim. Fizemos alguns planos e tudo pode mudar ainda este ano ou mais tardar em 2020. Não quero adiantar nada sobre isso, mas preciso de boas energias!
Sobre amizades: algo que o tempo vem mostrando e afirmando o que eu já sabia, é que tem algumas pessoas que passam e bem poucas que permanecem, bem poucas realmente se importam e é assim que é. Cada um segue sua vida, engolido pela rotina louca que é a vida e faz parte é assim mesmo, (in)felizmente. Sou grata por conseguir preservar algumas amizades e espero poder mantê-las por muitos e muitos anos.

Para 2019 eu espero me manter mais positiva, o que por hora estou firme. A época entre natal e ano novo, eu não sei vocês, mas eu fico bastante depressiva, pensativa, refletindo sobre minhas escolhas, sobre minha vida, sobre o que quero para o futuro. Claro que não faço isso apenas nessa época, faço quase o tempo todo, acho que é por isso que vivo quase a maior parte do tempo em crises existenciais. Hoje menos, mas ainda acontece. Enfim, sobre isso o que mais me irrita é o consumismo excessivo, são as promessas vazias das pessoas. Quase todo mundo fica falando “ahhh, a partir do ano que vem vou começar academia, vou fazer dieta, vou ler mais, vou estudar mais, vou ser uma pessoa melhor, mais gentil, mas sensível e blá blá blá”. Quando ouço isso só penso: poxa, tem que mudar o ano para as pessoas se conscientizarem de que estão errando e é hora de mudar, o que provavelmente vai durar apenas duas semanas, ou menos... não quero dizer que isso é errado, mas na maioria dos casos são realmente promessas vazias. Na minha opinião você não precisa de um novo ano para decidir fazer algo diferente, isso pode acontecer a qualquer momento! As pessoas se iludem nessa época e na empolgação apenas prometem coisas que no fundo saber que não vão fazer. Dou parabéns para quem leva isso a sério e realmente cria metas e concretiza essas metas numa mudança de não, mas para todo o resto eu só sinto pena da ilusão vazia e da auto sabotagem que as pessoas se colocam.
Sobre isso, tenho um livro para indicar: O ladrão de si mesmo (Moacir Jorge Rauber).
Quem escreveu foi meu “meio irmão”. Eu tenho ele, mas confesso que só li algumas passagens, mas recomendo!

Enfim, foram apenas algumas reflexões por hoje.

Espero que 2019 seja um ano bom para todos!
Sigamos em frente, viva bem cada dia, esse é o real significado da vida.

Um abraço!