É difícil não palpitar
sobre as atitudes das pessoas, ainda mais quando a gente não compartilha do
mesmo ponto de vista. Julgar, opinar, achar, falar, reclamar e principalmente
criticar as pessoas é o que existe de mais fácil no mundo!
Vejo muita coisa que não
concordo, mas antes de falar qualquer coisa eu tento antes refletir sobre de
onde vem determinada atitude ou opinião, cada um é fruto, em grande parte, do
local/ambiente em que está inserido, ou seja, dependendo do local onde me
encontro tenho algumas inclinações a pensar de um jeito ou de outro jeito. Não
me cabe julgar, por exemplo, o estilo, o jeito, os gostos das pessoas, pois
cada um é o que é, não gosto da necessidade que vejo muito frequentemente nas
redes sociais das pessoas de rotular isso como certo, bacana, coisa de gente
legal e por outro lado aquilo como brega, feio, coisa de gente pobre ou coisa
do tipo... Se cada um se preocupasse um pouco mais com a sua própria vida, eu acho que poluiríamos
muito menos as redes sociais, enfim, é a minha opinião, respeito a liberdade e
a necessidade que as pessoas tem de se expor e mencionar a todo momento suas
ideias, pensamentos e tudo mais, cada um é livre para fazer isso ou não.
As pessoas mais velhas,
em grande parte a maioria, quando veem algo diferente olham com um olhar de reprovação,
como se ser diferente do jeito como sempre foi ou é até este momento fosse
errado ou inconcebível. Percebo nitidamente isso quando ouço as discussões sobre
os homossexuais.
Gosto muito da temática sobre
a questão da religiosidade humana. Isso no âmbito não do catolicismo, budismo, judaísmo
ou qualquer religião específica, mas na religiosidade como algo necessário,
inato ou não ao gênero humano.
Costumo pensar que
devemos fazer aquilo que nos faz bem, que nos traz felicidade.... Ouço as
pessoas dizerem que só porque a televisão mostra casais homossexuais em novelas,
só por isso, haverá maior índice de pessoas homossexuais na sociedade. Poxa
vida, isso faz algum sentido? Eu penso que se a televisão mostra, ela pode sim afetar, mas em um
sentido positivo, porque tratar isso como normal faz com que a pessoa se
descubra como tal muito antes, fazendo com que ela possa aceitar isso nela,
buscando ser feliz assim muito mais cedo e que desse modo ela não busque reprimir isso nela porque a
sociedade e/ou a família não a aceitará.
Sei de homens que se
casaram, tiveram filhos e depois de anos “saíram do armário” e hoje são felizes
por isso. Se o homossexualismo fosse encarado com naturalidade as pessoas não teriam
medo de se assumirem, de sofrer represália, agressões etc.
Diante disso, penso: por que o que as pessoas fazem afeta tanto, ou ainda, incomoda tanto algumas
pessoas? Acho que cada um deve buscar o que lhe faz bem, ser feliz acima de
tudo. O problema é que o que os outros irão pensar sempre acaba pesando muito
mais nas atitudes das pessoas, por isso ocorre o medo... ninguém gosta de ser o
assunto, mas se cada um vivesse a sua vida, se preocupasse com os seus
problemas, tenho absoluta certeza de que todos viveriam muito melhor.
Quem se
diz tão contrário a essas pessoas que buscam ser felizes é na verdade uma
pessoa frustrada, porque se incomoda com a felicidade do outro, porque não conseguiu
alcançar a sua própria felicidade!
É preciso que haja
humildade para aceitar que cada um pode encontrar a felicidade de um jeito
diferente, que não existe só o meu jeito ou só o seu jeito que é certo. As
culturas são muito diversas, os costumes, os hábitos... A vida é uma só,
aproveite-a, viva sua vida, de o melhor de si e acima de tudo seja feliz! Quem
fala que Deus é contrário ao homossexualismo é porque interpreta a bíblia ou
tudo referente ao assunto de modo totalmente equivocado, pois se realmente
existe um Deus, para quem acredita, penso eu que ele quer ver seus “filhos”
felizes, seja do modo como for.
Se você se sente bem, tem vontade disso ou
daquilo, faça! Se surge em você e te faz bem é porque Deus permitiu isso. Se é que ele
existe mesmo, para quem acredita, ele quer o melhor aos seus filhos e não lhes possibilitaria ter inclinações se não fosse para que você pudesse senti-las e agir em prol delas!
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